José Martins  

SUA MAJESTADE O REI DA TAILÂNDIA

COMEMORAÇÕES DE 60 ANOS NO TRONO

(3ª PARTE)

Desde a pintura, fotografia, escultura, desporto de vela, desenho e construção, Sua Majestade o Rei Bhumibol demonstrou excepcional sensibilidade e talento apurado. Durante o seu reinado de 60 anos patrocinou numerosos projectos e incentivou os seus súbditos a segui-lo.

Foi denominado um “homem de lentes” pelo seu apurado gosto pela a fotografia. Desde os tempos de sua meninice o Príncipe Bhumibol principiou a colocar as fotos em álbuns. Estas, além de temer sido imagens que foram trazidas a público, têm servido a Sua Majestade para recordar fases de sua vida e da Família Real (nota do autor: sempre vimos, no “écran” do televisor Sua Majestade, quando em visitas, aos meio rurais, carregar a máquina fotográfica pendurado ao pescoço e, de quando em quando recolher imagens do que observava.)

O gosto pela fotografia de Sua Majestade é hereditário. O Rei Rama V, Chulalongkorn, seu avô, pode considerar-se o Pai da fotografia no Antigo Reino do Sião, poder-se-ão, ver-se, nos dias de hoje, várias fotografias publicadas em livros de imagens obtidas,

Principalmente a membros da Família Real. Seu Pai O Príncipe Mahidol de Songkhla tinha, igualmente, como seu Pai o Rei Chulalongkorn o gosto da fotografia. No entanto a Princesa Mãe não lhe é descurado o gosto pela fotografia. As imagens que hoje existem dos Príncipes, seus filhos: Princesa Galyani Vadhana, Príncipes Ananda e Bhumibol e seu pai, o Príncipe Mahidol são obra da Princesa Mãe.

A Princesa Mãe de quando estudante de enfermagem no Hospital Siriraj, em Banguecoque, nasceu em si a vocação e paixão pela fotografia. A estudante de enfermagem no Hospital de Siriraj não possuía, ainda, máquina fotográfica. Observou a magia das mesmas e que afinal as imagens não poderiam ser, apenas a dos espelhos, na água cristalina, mas conservadas no seu real todo e imprimidas no papel.

 

A Princesa Mãe seguiu para os Estados Unidos para completar os seus estudos de enfermagem, quando tinha 18 anos. Comprou, ali, a sua primeira máquina: “Brownie Box” fabricada pela “Easteman Kodak” (nota do autor esta máquina, por anos, é conhecida em Portugal pelo nome: “caixote Kodak”. Voltou popular e a máquina de gente de poucas posses). A paixão e o “hobby” da Princesa Mãe é a fotografia e mais tarde desenvolveu em sua casa o “cinema fotografia” e mais tarde, pelo seu mérito, ingressou  na “Real Associação dos Fotógrafos Amadores de Banguecoque” cujo Presidente era Sua Majestade o Rei Rama VII.

Sua Majestade o Rei Bhumibol, cresce assim entre as máquinas fotográficas; visto as fotos obtidas pelo seu avô o Rei Rama V; as fotos que sua Mãe de quando bébé lhe havia tirado, seu Pai e irmãos foi naturalíssimo que a Sua Majestade jamais se lhe tenha apartado o desejo da fotografia e pela vida adiante o fazem um viciado na imagem.

 

Aos oitos anos o pequeno Príncipe pretende ser fotografo (qual miúdo de sua idade se lhe perguntasse o queria ser quando fosse grande, talvez, respondesse querer ser bombeiro ou cozinheiro, sem ainda possuir na mentalidade a certeza de ser aquilo que dizia, mas aquilo que o seu mundo de fantasia lhe permitia), um adolescente com pensamento e inteligência de adulto, o Príncipe Bhumibol é presenteado, pela Princesa Mãe, com o máquina fotográfica “Coronet Midget.”

O pequeno Príncipe nas primeiras experiências fotográficas, não se saiu lá grande coisa, segundo a Princesa Galyani Vadhana descreve na sua obra: “Chaonai Lek Lek, Yuwa Kasat”.

 

As primeiras cinco ou seis imagens, obtidas, pelo Príncipe Bhumibol redundaram em grande tragédia e obviamente o sofrimento de uma criança que pretende ser fotógrafo!

A única fotografia que se aproveita, na primeira sessão, foi tirada por alguém que não foi o Príncipe.

 

Longe morava o desaire do Príncipe apesar de as primeiras imagens com a “Coronet Midget”, não terem saído lá grande coisa. Continuou a desenvolver suas habilidades; procura informações junto de fotógrafos profissionais e com isto o Príncipe e depois Rei voltou num excelente fotógrafo.

Décadas depois e o mundo da fotografia ter entrado no sistema automatizado e na digitalização, Sua Majestade gosta de operar máquinas com a nova tecnologia. Não dispensa, porém, os filmes 135 e 12o milímetros, operando com máquinas sem a exposição de velocidade e luz. Sua Majestade continua, nos tempos que correm, a obter imagens com as sua antigas máquinas e calculando a abertura e a velocidade da lente ao objecto a fotografar.

 

Aos 13 anos, O Príncipe Bhumibol, em 1941 e cinco anos mais tarde, tirou muitas fotos a seu irmão, Sua Majestade o Rei Ananda. Entre as quais figuram fotos históricas e os sons das palavras, do Rei Ananda quando proferia discursos a multidões de seus súbditos nas províncias: Pak Nam, Samut Prakarn. Príncipe Bhumibol usou, para a gravação, um microfone de carbono.

Na colecção de fotos do Rei Bhumibol figuram os murais pintados nas paredes do Templo de Esmeralda Buda”. Fotos que serviram ao Rei para aprender a composição da fotografia na  luz e aprendizagem de outras técnicas fotográficas.

 

Sua Alteza o Príncipe Chakrabandhu Bensiri Chakrabandhu uma vez recordou uma visita do Príncipe Bhumibol a um estabelecimento, especializado, de vendas de máquinas fotográficas na Suíça:

 

“Em cima do primeiro dia, o Príncipe comprou uma máquina naquele estabelecimento. Umas semanas depois voltou lá e fez umas quantidades de perguntas ao empregado que o atendeu quando adquiriu a máquina. Depois das informações obtidas do primeiro, que não o satisfizeram, procurou outro, empregado de balcão que mais uma vez não soube responder às perguntas do Príncipe. Foi então que uma terceira pessoas do mesmo estabelecimento o elucidou das dúvidas que o Príncipe Bhumibol tinha e decidiu comprar várias lentes e outro equipamento para lhe satisfazer os requisitos, necessários para  obter imagens, fotográficas, de alta qualidade”

 

Depois dessa altura o Príncipe Bhumibol, só, aprende todos os segredos de operar máquinas fotográficas; inventa as suas próprias técnicas e atinge o auge de um amador profissional na arte de produzir imagens e passá-las ao papel após a revelação.

 

Sua Majestade o Rei Bhumibol, criou filtros especiais, uma parte são na cor azul e outras laranja. Aconteceu depois uma série de fotos maravilhosas que surgem em cor natural, onde o céu azul é natural e a leveza, da tonalidade, da cor de fundo. Especializa-se noutras técnicas uma das quais são os ângulos e o largamento.

 

Desenvolveu e construiu a seu gosto o “quarto escuro” no rés-do-chão” do palácio “Au Sau Building”, onde operava a estação de rádio fundada por Sua Majestade. No quarto escuro Sua Majestade, revelava, fotos a preto/branco e a cores.

 

Num excerto escrito, num livro, da Princesa Maha Chakri Sirindhorn escreve:

 

 “ Eu observei por diversas vezes Sua Majestade tirar fotos e vi depois que  personalizava as imagens com um número. Mais tarde ordenava à Guarda Real que as colocasse num álbum.

 

Nesses álbuns figuravam todas as fotos de família, de seus filhos Príncipes  desde  quando eram bebés até à idade da maturidade. É me difícil encontrar uma foto minha, do tempo de criança e só me aparece depois de desfolhar uma quantidade de vários álbuns.

No conteúdo desses álbuns figuram interessantes fotografias de cerimónias Reais; pinturas de murais no Templo de Esmeralda; imagens de cenários e de visitas de Sua Majestade aos meio rurais. A colheita de imagens por Sua Majestade são para ele documentos de grande importância: por exemplo a recolha, geográfica, de um local onde ali poderá surgir um canal ou uma barragem. Algumas vezes essas imagens têm planos horizontais, outras “olhos de pássaro”, capturadas por aeronaves ou helicópteros. Esses documentos, vivos, são usados por Sua Majestade para  a continuação das suas iniciativas para o desenvolvimento rural e, com isto a melhoria de vida dos seus súbditos tailandeses.

 

Ocasionalmente e quando o projecto real foi completado, Sua Majestade tira fotografias aos oficiais encarregados do projecto mostrando, assim, o seu reconhecimento, pela completação da obra.

 

Muitas fotos de Sua Majestade reflectem o seu bom senso, bem como a cativação filosófica que as imagens encerram. Todas as imagens são diferentes na expressão e técnicas. A proficiência de suas imagens são bem conhecidas e por vezes Sua Majestade convida um júri para avaliação, como num concurso, as  suas fotos.”

 

Nas viagens de Sua Majestade por toda a Tailândia uma das cenas, populares, que os tailandeses já se acostumaram a observar é a do Rei com a máquina fotográfica com a correia à volta do pescoço, uma caneta nas mãos e um mapa.

 

A máquina não está limitada a obter fotografias de excelente qualidade mas uma peça de trabalho e indispensável ao monarca para resolver certos e complexos problemas como o de terminar com a pobreza de alguns meios rurais com a construção de novos projectos para melhorar a condição de vida dos habitantes ou para resolver o escoamento das águas que durante a quadra das chuvas as cheias os aflige.

As fotos de Sua Majestade, são depois despachadas às autoridades que gerem as populações e a informação correcta como os problemas deverão ser resolvidos. Príncipe Prem Purachatra, pouco depois de Sua Majestade o Rei Bhumibol ter sido entronizado solicitou-lhe autorização para que fotos suas fossem publicadas na revista/jornal “Standard”, de Banguecoque. Mais tarde, Sua Majestade, falando da sua colaboração na imprensa e da tença, real, de 100 bhat  lhe foi atribuída: “Nunca recebi qualquer aumento”, falando em termo caçoante.

 

“A título de curiosidade nos nossos arquivos, históricos e, após termos conhecimento do facto que fotos de Sua Majestade o Rei tinham sido publicadas em revista/jornal “Standard”, fomos à procura das mesmas e encontramos três: as edições: de 11 de Junho de 1959,1960 e 1961, com vários textos e fotografias publicados, inclusivamente honras a Portugal a totalidade das primeiras páginas. Não deixa porém de se registar o cuidado dos representantes diplomáticos acreditados na Tailândia Encarregados de Negócios: Passos de Gouveia, Grainha do Vale e Rebelo de Andrade de fornecer à redacção da “Standard”, importante e não menos patriótica, informação, relativa ao nosso país. As primeiras páginas encabeçavam “Friendship With Portugal” (Amizade com Portugal) e no interior, além de se referir à epopeia marítima, lusa, dá conta das belezas naturais de Portugal e os seus monumentos históricos.”Insere numa das páginas a foto do Primeiro-ministro, Prof. António de Oliveira Salazar, que em 1960 recebeu com todas as honras os Reis da Tailândia em Portugal”

   

UMA JUVENTUDE EM PROCURA DO SABER

Sua Majestade durante a sua juventude e um autodidacta, um Homem de ideias que as concretiza. É um músico compositor de grande mérito; fotografo; um técnico que acompanha as novas tecnologias da época; escultor e pintor. Entre 1959 a 1967, Sua Majestade produziu mais de 60 quadros onde se incluem esculturas. Nessas obras está patente o expressionismo; o abstracto e o impressionismo.

 

O pintor, tailandês Uab Sanasen definiu-o:

“Cada quadro de Sua Majestade existe uma inconfundível reflexão de sua força. As suas expressões são espontâneas e demonstra a sua personalidade. Isto mostra-nos que é um Homem com energia e resoluto na criação dos seus quadros.”

 

O interesse de Sua Majestade pela pintura vem-lhe da data de 1937-1945, quando vivia em Lausana, Suíça mas só uma nos depois começou a pintar.

 

Sua Alteza a Princesa Galyani Vadhana no seu livro: “Chaonai Lek Lek, Yuwa Kasat”, Sua Majestade deu-me conta da data de quando começou a iniciar-se na pintura e aconteceu no ano de 1946 quando acompanhados do Rei Ananda vieram da Suíça à Tailândia para uma visita real. A Princesa Mãe presenteou o Príncipe Bhumibol com todos os apetrechos relativos à arte de pintura: a prancha, os pincéis, as tela e as tintas.

 

Sua Majestade decidiu-se pela experiência de pintar vários quadros e alguns deles são vendidos, em leilão, cujas receitas são destinadas a instituições de caridade. Junto às obras de pintura, são oferecidos para o mesmo fim: fotografias e modelos, reduzidos de barcos e aeroplanos que Sua Majestade tinha montado.

 

Sua Majestade explora as suas técnicas em livros de arte onde figuravam obras de artistas de renome. Livros que ia comprando ou o presenteavam. Na Tailândia recebe conselhos de vários artistas visitando os seus estúdios e discutindo com eles as diversas técnicas. Eventualmente, Sua Majestade vai adquirindo, com a maturidade, o seu estilo próprio na arte de pintar.

Entre os seus conselheiros de arte estão: o Sr. Bhiriya Krairishka, que tivera a oportunidade de ter estudado com o expressionista Oskar Kokoschka de nacionalidade austríaca. Trabalhou ao lado de Sua Majestade e muitas das suas obras foram exposta na galeria “ National Art Exhibition”. Outros conselheiros de Sua Majestade destacam-se os artistas:  Hen Vejakorn, Kien Yimsiri, Chamras Kietkong, Fua Haripitak, Paitoon Muanggsmboon, Chuladhat Bayakaranondha e Chalerm Nakhirak.

 

Igual a qualquer artista, amador ou profissional Sua Majestade prefere a liberdade da imaginação e colocando de lado a influência na criação dos seus quadros. Tanto usa a luz natural como a artificial, mas usualmente prefere pintar ao entardecer e pela noite fora.

 

Pede aos seus filhos Príncipes e a sua Real Esposa a Rainha Sirikit que lhe sirvam de modelos. Muitos dos seus quadros da sua colecção são obras “portrait” onde figura a Rainha Sirikit. Entre as numerosas obras de Sua Majestade figuram dois notáveis quadros. Um é de seu Pai o Príncipe Mahidol e outro de um mulher idosa..

 

Em 1982, na celebração do bicentenário da fundação da cidade de Banguecoque, o “Fine Arts Department” (Departamento das Belas Artes) obteve a permissão de Sua Majestade para expõr 47 de suas obras do conteúdo das 60 na Galeria Nacional. Foi a primeira vez que suas obras são exposta ao público.

Sua Majestade, depois das técnicas na arte de pintar, estudou, também,  a de modelar e a fundição do bronze. Em 1966 fundiu a estátua do Buda com a expressão “Subduing Mara  com 9 polegadas de largura nos joelhos. Decorou a base com pétalas de flores de lótus.

 

Uma série de estátuas de Budas, são fundidas e partem da “matriz” modelada por Sua Majestade. Entretanto Sua Majestade, tem a intenção de fundir 100 estátuas de Budas e serem colocadas, em altares, uma em cada província da Tailândia. Essas santidades é lhes dado “Buda Navarajbopitr”.

                         

O Mestre Artesão

Para as gerações que tiveram a oportunidade e testemunhas do momento de quando Sua Majestade o Rei Bhumibol ganhou a Medalha de Ouro, juntamente com Sua Altesa a Princesa Ubolratana  na prova de vela OK “Fourth South East Asia Peninsular Games” em Dezembro de 1967, bem se lembra do júbilo e orgulho da população da Tailândia pelo facto do seu Monarca e sua filha Princesa mais velha Ubolratana ( em português pronuncia-se: Ubolrataná) ter ganho uma importante prova de vela onde estão envolvidos atletas locais e estrangeiros.

 

A embarcação que veio a vencer foi imaginada, desenhada e construída por Sua Majestade o Rei Bhumibol dentro dos muros do Palácio. A sua obra ganha fama internacionalmente, volta uma legenda e foi patenteada  no Reino Unido com o nome “Mod”.

 

A intuição de Sua Majestade, como todas outras criações que levou à obra, vem lhe dos tempos de criança. Sua Majestade nasce e vive numa época em que no mundo estavam a surgir as novas tecnologias. O Príncipe Bhumibol cresce na Suíça num mundo onde a perfeição de tudo é um facto. A criança Príncipe não descura as invenções que dia a após dia aparecem num país já industrializado.

Está mais virado para a criação do que envolver-se na leitura das histórias aos quadradinhos que começavam a invadir o cérebro das crianças e levá-las ao mundo da fantasia irreal. A Princesa Mãe incute-lhe que coloque à prova a sua imaginação e crie e construa os seus próprios brinquedos. Sob os conselhos da Princesa Mãe e mercê do seu espírito imaginativo o Príncipe Bhumibol constrói brinquedos de velhos cabides onde aproveita o arame. Constrói pequenos barcos de pedaços de madeira e, não só embarcações de recreio mas também réplicas de barcos de guerra e aeroplanos.

 

Em 1946 quando o Príncipe Bhumibol, acompanhado de seu irmão Sua Majestade o Rei Ananda, visitaram Banguecoque, foram leiloadas réplicas de barcos da “Marinha Real Tailandesa”; da era de Aiutaá e um modelo de aeroplano.

Atingiram verbas consideradas para a época de 20 e 10 mil baht!

 

Sua Majestade entronizado Rei e no vigor dos 30 anos construiu um protótipo de um barco de desporto à vela. O primeiro teste é levado a cabo num lago de sua sua residência oficial o “Palácio Chitralada”. A obra não lhe saiu como o desejaria. Em 1964 Sua Majestade acerta os erros e vem à luz um modelo perfeito e a seu gosto que o baptiza “Rajptain”.

Em 1965, Sua Majestade o Rei Bhumibol entra numa competição, com o “Raiptain” onde está, também a competir o Duque de Edinburg (marido da Rainha Isabem II de Inglaterra). O traçado marítimo é de Pattaya a Kho Larn.  Sua Majestade não para na construção de barcos da classe OK e produz uma série de “dinghies” (pequenos barcos) para competirem, internacionalmente na classe OK. Saiem dos estaleiros reais, entre os muros Palácio Chatrilade: o Navaruek, Veca 1, Veca 2 e o Veca 3.

 

Depois da construção destes pequenos barco da classe OK, Sua Majestade não estagna a os projectos navais de desporto. Assim nascem para a Classe Moth: “Moth”, “Super Moth” e “Micro Moth”. Nestes barcos de recreio e desporto à o desenho de uma nova criação de Sua Majestade.

 

Na mente de Sua Majestade o Rei Bhumibol de quando criou os pequenos barcos à vela, estes não são apenas para sua prática do desporto, mas sim para entusiasmar os jovens, tailandesas, para os incentivar ao desporto náutico.

José Martins

Continua


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